sexta-feira, 8 de julho de 2016

Nova publicação de Mons João Clá Dias

Há numerosas referências à figura de Plinio Corrêa de Oliveira e atuação em tantos autores. Nenhuma delas oferece uma visualização correta, que mostre este varão ímpar do único ponto de vista pelo qual realmente merece ser considerado, isto é, o do desígnio de Deus sobre ele.

A coleção em cinco volumes é uma versão ampliada da tese que Mons João Clá Dias defendeu para a obtenção do grau de Doutor em Teologia pela Universidade Pontifícia Bolivariana de Medellín, por meio da qual se quis facilitar ao grande público a compreensão deste homem que atravessou o século XX de ponta a ponta, e marcou de forma indelével os séculos vindouros.
Não deixe de fazer sua encomenda pela internet http://www.arautos.org/dom-sabedoria-plinio-correa-joao-cla/ ou pelo  telefone (11) 2971-9040.

terça-feira, 21 de junho de 2016

Confiança

Santo Agostinho afirma que: “O pior do pecador não é o pecado cometido, o pior do pecador é quando ele perde a confiança em Deus”. Por isso, tenhamos a compenetração de que qualquer que seja a circunstância, desde que saibamos pedir perdão, como está no Pai Nosso, nós obtemos perdão e, ainda, obtemos graças para enfrentar situações piores. Saibamos confiar neste poder, não só neste poder de Deus, mas neste desejo de Deus de querer nos ajudar, levando em consideração que nós temos intercessores magníficos que fazem por nós o inimaginável, e que são o prolongamento de Deus junto a nós, para nos atender, para nos santificar. Que todos nós brilhemos nos Céus da história como os que mais confiaram na clemência, no auxílio e na proteção sobrenatural de Nossa Senhora, de Deus e de nossos intercessores.
Mons João Clá Dias - Extraído de conferência 08/10/2003

domingo, 12 de junho de 2016

Devoção a Nossa Senhora

Quem é realmente devoto de Nossa Senhora tem sua salvação garantida. Ela não vai permitir com a sua onipotência suplicante, com a sua sabedoria e com seu amor que é o próprio amor do Espírito Santo – Ela é chamada Nossa Senhora do Divino Amor –que nós, sendo devotos dEla, rezando o rosário dEla, tenhamos uma morte de um condenado. 
Mons João Clá Dias - 09/05/2002

terça-feira, 31 de maio de 2016

Frases Mons João Clá Dias




Às vezes, o fato de a gente estar em uma situação de contingência, em uma situação de dependência em que nós mais dependemos de Deus do que dos próprios esforços humanos é o ideal, porque quando tudo depende de Deus, tudo sai mais fácil. Quando depende do homem, aí é que as coisas complicam. (19/12/07)

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Frase Mons João Clá Dias

O reconhecimento da suas próprias misérias traz como consequência uma espécie de abertura do Sagrado Coração de Jesus e um desejo de ajudar.

quinta-feira, 3 de março de 2016

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Onde encontrar o verdadeiro remédio para a dor?

 “O Senhor Deus é o amparo dos humildes” (Sl 146, 6). De fato, aos humildes, àqueles que praticam a temperança — virtude alheia aos orgulhosos — e se submetem à correção, à mortificação e à dor, cedo ou tarde Deus os haverá de atender e amparar.
Quando permitiu ao demônio atormentar Jó, Deus queria que aquele varão justo crescesse ainda mais na temperança e, portanto, na santidade, para, em seguida, cumulá-lo de méritos e outorgar-lhe em maior grau a participação na vida divina. Entendemos, então, quanto as tribulações que nos atingem são, no fundo, permitidas por Deus, em vista de uma razão superior.
Ele não pode promover o mal para a nossa alma, e assim age porque nos ama e deseja dar-nos muito mais do que já deu. E porque é bom, ao mesmo tempo que consente as adversidades, Ele nos conforta, como sublinham mais alguns versículos do Salmo Responsorial: “Louvai o Senhor Deus, porque Ele é bom, [...] Ele conforta os corações despedaçados, Ele enfaixa suas feridas e as cura” (Sl 146, 1.3).

Ao Se debruçar sobre a sogra de Pedro e fazer-lhe desaparecer a febre, ou ao sanar a multidão afligida por enfermidades e tormentos, Nosso Senhor não visava ensinar que a dor deva ser eliminada. Pelo contrário, tanto a considerava um benefício para o homem, que Ele mesmo abraçou a via dolorosa e a escolheu também para sua Mãe. Nestes milagres — como em incontáveis outros operados durante sua atuação pública — Ele devolveu a saúde para deixar uma lição aos Apóstolos, aos circunstantes e aos próprios enfermos: a luz está n’Ele, a vida está n’Ele, a solução da dor provém d’Ele! Mais adiante, na iminência de ressuscitar Lázaro, Ele dirá: “Eu sou a Ressurreição e a Vida!” (Jo 11, 25).
Mons João Clá Dias ( Texto extraído dos comentários ao Evangelho V domingo tempo comum - Revista Arautos do Evangelho fev 2015)