Mostrando postagens com marcador solução para os dramas atuais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador solução para os dramas atuais. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Em Jesus encontramos a solução

Eis que estarei convosco todos os dias até o fim dos séculos” (Mt 28,20). Solene compromisso, penhor divino, últimas palavras ditas por Jesus nesta terra, no exato momento em que estava para iniciar sua ascensão ao Céu. Sinal de sua inesgotável bondade e de seu desejo de permanecer conosco.
Já antes havia Ele prometido: “Onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, eu estarei no meio deles” (Mt 18, 20). No entanto, há um modo mais esplêndido e palpável de sua permanência conosco: pela infalibilidade pontifícia. Cada vez que o Papa se pronuncia de maneira infalível, podemos estar certos de que é o próprio Jesus que nos fala por meio de seu Vigário na terra. Devemos aderir a essas definições de modo dócil, ardoroso e constante, pois é através da infalibilidade pontifícia que temos entre nós a presença de Jesus Verdade.
Outra presença de Jesus se manifesta através das almas que o Espírito Santo conserva em sua graça. Variam as épocas, mudam-se os costumes, impérios são arrasados, a ciência progride, mas subsiste sempre um pugilo de homens e mulheres de alta virtude, um Agostinho ou uma Clara de Assis, um Inácio de Loyola ou uma Maria Goretti, uma Teresa de Ávila ou um Pio de Pietrelcina, nos quais podemos contemplar nosso Salvador. É Jesus Santidade, que transparece em todos os tempos, algo indispensável até mesmo para a continuidade da Igreja.
Contudo, nada pode superar a presença real no Santíssimo Sacramento, Jesus Eucaristia – Jesus Totalidade, em corpo, sangue, alma e divindade, presença substancial, se bem que sob as aparências de pão e de vinho. Era a essa presença que Ele mais especificamente se referira quando disse que permaneceria conosco.
Talvez nos sintamos oprimidos diante da enormidade dos problemas que afligem nossos dias. Ora, encontrar solução para eles é muito menos difícil do que podemos imaginar. Basta procurarmos aquele mesmo Jesus que trilhou os caminhos da Terra Santa, curando, perdoando, ressuscitando e salvando, e que hoje, por infinito amor a nós, se encontra à nossa espera sob o véu do Pão dos Anjos.

sábado, 25 de junho de 2011

NA EUCARISTIA ENCONTRAREMOS A FORÇA

Os tempos atuais, atravessados por dramas, incertezas, angústias e sobretudo por ofensas a Deus, bem mereceram o alerta de S. S. João Paulo II: “A civilização da morte quer destruir a pureza do coração.” (Homilia de 12/6/1999, vide p. 18). Com inteira propriedade o saudoso Papa usa o terrível título de “civilização da morte” para designar a humanidade de hoje, além de afirmar que: “Um dos seus métodos de agir é pôr intencionalmente em dúvida o valor da atitude do homem, que definimos como virtude da castidade”
Essa é uma das razões pelas quais o homem de hoje busca a paz e não a encontra, pois condição essencial para isso é ser puro de corpo e de coração. É tendo em vista a obtenção dessa paz de alma que João Paulo II se empenhava em encorajar os fiéis: “Não tenhais medo de viver contra as opiniões da moda e as propostas em contraste com a lei de Deus”.
O Santo Padre exortava ao esforço, mas sabe quão árduo é andar nos caminhos do Senhor. Por isto aconselhava: “Para vencer esta luta, o homem deve dirigir-se a Cristo. Só será capaz de vencer se estiver corroborado pela sua força, pela força da sua Cruz e da sua ressurreição. ‘Ó Deus, cria em mim um coração puro’ (Sl 50[51],12), exclama o Salmista, consciente da debilidade humana, porque sabe que para ser justo perante Deus, só o esforço humano não é suficiente”.
“Deus qui ponit pondus, supponit manum”, diz um provérbio. “Deus ampara com a mão aquele sobre quem coloca um peso”. Entre os inúmeros auxílios sobrenaturais que a Providência concede aos homens, um há que não poderia ser maior. O Senhor vem, Ele mesmo, ao encontro do fiel para revigorá-lo, e lhe oferece o “Pão dos fortes”, a “fonte de vida”, a Sagrada Eucaristia, o Corpo, Sangue, Alma e Divindade do próprio Homem-Deus.
E para realçar ainda mais a grandeza do dom feito assim à humanidade, quis Ele que fosse instituída a festa de Corpus Christi. Essa celebração, já com mais de sete séculos de história, tem por objetivo incentivar a devoção eucarística.
Que nunca deixemos de recorrer a esse alimento divino que tonifica e forma heróis da fé, quaisquer que sejam as circunstâncias.